Manuel Alegre ao ataque, é música para os meus ouvidos... É com alegria que vejo Alegre alegre, a disparar em todas as direcções, de punho erguido, fazendo lembrar os seus tempos de juventude na guerra, e mais tarde em Argel, para onde fugiu devido ao seu temperamento obstinado, mas que as más língua atribuem a atitudes pouco abonatórias, mais do estilo criminoso.
Alegre alegre, poeta de poucas e quasi épicas palavras e político apagado, renasce qual Fénix das cinzas para dizer da sua justiça, do seu caminho, das mãos da guerra, das mãos da paz, que nem a guitarra de Paredes conseguiu elevar, tão mau era o poema.
Mas eu acredito na utopia, acredito que após o espectáculo saio de lá enriquecido interiormente... nem tudo é dinheiro, nem tudo é parecença... Alegre assisto a Alegre de dedo em riste a disparar alegremente palavras pouco épicas, rebuscadas em memórias antigas, quasi apagadas, quasi esquecidas...
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